Capa de Panfletos abolicionistas por Joaquim Nabuco, André Rebouças, José do Patrocínio
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Panfletos abolicionistas

por André Rebouças, Joaquim Nabuco, José do Patrocínio

Páginas328
Editora Penguin-Companhia
Ano 2024
ISBN-13 9788582851975
ISBN-10 9788582851975

Sinopse

<p> <b>A campanha pela abolição foi mais longa e arriscada do que em geral se imagina, envolvendo muita ação e política, mas nunca prescindiu da propaganda escrita. Os textos aqui reunidos resgatam essa imensa mobilização, tão distante da idílica imagem da canetada da “princesa redentora”.</b> </p> <p> De 1868 a 1888, centenas de homens e mulheres se engajaram em ações antiescravistas, criando associações civis, fazendo viagens de propaganda, promovendo eventos artísticos, lançando candidaturas eleitorais e pensando rotas de fugas para os cativos. Também escreveram um sem-número de poemas, romances, peças, artigos... e panfletos — dois dos quais coligidos neste volume. <br> Produzidos no calor do momento e publicados em 1883, ano de grande aceleração da mobilização abolicionista, esses textos defendem o fim do trabalho escravo. O primeiro, de Joaquim Nabuco, ganhou muitas edições subsequentes, tornando-se um clássico. Ficou conhecido por “O abolicionismo”, ainda que originalmente tenha sido publicado como “Reformas nacionais: o abolicionismo”, título recuperado aqui. <br> O segundo é assinado por André Rebouças e José do Patrocínio, outras duas figuras resplandecentes da campanha abolicionista. O “Manifesto da Confederação Abolicionista”, nunca republicado, apresenta as questões debatidas por quinze associações abolicionistas do Rio de Janeiro, reunidas em assembleia em maio de 1883. <br> Obras abertas a interpretações, estes <i>Panfletos abolicionistas</i> são documentos de uma época, mas ainda falam de um Brasil que, em muitos pontos, permanece o mesmo. </p>

Editora Penguin-Companhia
Ano 2024
ISBN-13 9788582851975
ISBN-10 9788582851975

Sinopse

<p> <b>A campanha pela abolição foi mais longa e arriscada do que em geral se imagina, envolvendo muita ação e política, mas nunca prescindiu da propaganda escrita. Os textos aqui reunidos resgatam essa imensa mobilização, tão distante da idílica imagem da canetada da “princesa redentora”.</b> </p> <p> De 1868 a 1888, centenas de homens e mulheres se engajaram em ações antiescravistas, criando associações civis, fazendo viagens de propaganda, promovendo eventos artísticos, lançando candidaturas eleitorais e pensando rotas de fugas para os cativos. Também escreveram um sem-número de poemas, romances, peças, artigos... e panfletos — dois dos quais coligidos neste volume. <br> Produzidos no calor do momento e publicados em 1883, ano de grande aceleração da mobilização abolicionista, esses textos defendem o fim do trabalho escravo. O primeiro, de Joaquim Nabuco, ganhou muitas edições subsequentes, tornando-se um clássico. Ficou conhecido por “O abolicionismo”, ainda que originalmente tenha sido publicado como “Reformas nacionais: o abolicionismo”, título recuperado aqui. <br> O segundo é assinado por André Rebouças e José do Patrocínio, outras duas figuras resplandecentes da campanha abolicionista. O “Manifesto da Confederação Abolicionista”, nunca republicado, apresenta as questões debatidas por quinze associações abolicionistas do Rio de Janeiro, reunidas em assembleia em maio de 1883. <br> Obras abertas a interpretações, estes <i>Panfletos abolicionistas</i> são documentos de uma época, mas ainda falam de um Brasil que, em muitos pontos, permanece o mesmo. </p>