Capa de Peixe-elétrico #08 Guerra por Adriano Schwartz, Bianca Vasconcellos, Étienne Balibar, Fabiane Secches, Francisco Alvim, Gilles Deleuze, Lara Norgaard, Pedro Meira Monteiro, Renata Martins, Ronald Polito, Socorro Acioli, Tales Ab'Sáber, Zuca Sardan
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Peixe-elétrico #08 Guerra

por Adriano Schwartz, Bianca Vasconcellos, Fabiane Secches, Francisco Alvim, Gilles Deleuze & outros

Páginas120
Editora e-galáxia
Ano 2018
ISBN-13 9788584742370
ISBN-10 9788584742370

Sinopse

"Atirar pedras, espancar, torturar ou fazer barulho, ou bater panelas..., para assustar o inimigo evocando um estado de guerra primitiva, imaginária ou real, são traços e operações de poder arqueológicos, que deixaram a marca de horror que pressupunham na própria linguagem do futuro, reduzindo o sabido voo do espírito ao ato material sobre o corpo do outro. São traços do passado distante que podem voltar, como memória da forma, do ato e da coisa, e não do sentido, trabalho do pensamento que não existe aí." <br>Trecho de "Fascismo comum, sonho e história", de TALES AB'SÁBER <br>E AINDA NESTA EDIÇÃO: <br>Marxismo e Guerra – ÉTIENNE BALIBAR <br>Deslocamentos e instabilidades na ficção de Luiz Alfredo Garcia-Roza – ADRIANO SCHWARTZ <br>A Félix Guattari – GILLES DELEUZE <br>Rubem Fonseca e o caso do testemunho ficcional – LARA NORGAARD <br>Que horas são? – FRANCISCO ALVIM e ZUCA SARDAN <br>Canções pela vida toda – RONALD POLITO <br>Tentação. Uma leitura do conto de Clarice Lispector – FABIANE SECCHES <br>Nós não vamos pagar nada. Notas sobre Machado de Assis: por uma poética da emulação, de João Cezar de Castro Rocha – PEDRO MEIRA MONTEIRO <br>A obra como vontade: uma experiência de escritura com Roland Barthes – SOCORRO ACIOLI <br>Rap da República de Pindorama na "Alemanha – RENATA MARTINS <br>Chernobyl, 30 anos e um dia depois do desastre nuclear – BIANCA VASCONCELLOS

Editora e-galáxia
Ano 2018
ISBN-13 9788584742370
ISBN-10 9788584742370

Sinopse

"Atirar pedras, espancar, torturar ou fazer barulho, ou bater panelas..., para assustar o inimigo evocando um estado de guerra primitiva, imaginária ou real, são traços e operações de poder arqueológicos, que deixaram a marca de horror que pressupunham na própria linguagem do futuro, reduzindo o sabido voo do espírito ao ato material sobre o corpo do outro. São traços do passado distante que podem voltar, como memória da forma, do ato e da coisa, e não do sentido, trabalho do pensamento que não existe aí." <br>Trecho de "Fascismo comum, sonho e história", de TALES AB'SÁBER <br>E AINDA NESTA EDIÇÃO: <br>Marxismo e Guerra – ÉTIENNE BALIBAR <br>Deslocamentos e instabilidades na ficção de Luiz Alfredo Garcia-Roza – ADRIANO SCHWARTZ <br>A Félix Guattari – GILLES DELEUZE <br>Rubem Fonseca e o caso do testemunho ficcional – LARA NORGAARD <br>Que horas são? – FRANCISCO ALVIM e ZUCA SARDAN <br>Canções pela vida toda – RONALD POLITO <br>Tentação. Uma leitura do conto de Clarice Lispector – FABIANE SECCHES <br>Nós não vamos pagar nada. Notas sobre Machado de Assis: por uma poética da emulação, de João Cezar de Castro Rocha – PEDRO MEIRA MONTEIRO <br>A obra como vontade: uma experiência de escritura com Roland Barthes – SOCORRO ACIOLI <br>Rap da República de Pindorama na "Alemanha – RENATA MARTINS <br>Chernobyl, 30 anos e um dia depois do desastre nuclear – BIANCA VASCONCELLOS