Capa de Para o chão da sala de aula por Carminda Mendes André, Ana Maria Haddad Baptista, Alan Livan Araujo, Bárbara Kanashiro, Caio Franzolin, Daniel Santos Costa, Denise Pereira Rachel, Diego Marques, Élder Sereni Ildefonso, Jarbas Siqueira Ramos, Jeremias Brasileiro, Maíra Leme, Marina Marcondes Machado, Naira Ciotti, Renata Patrícia Silva
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Para o chão da sala de aula

por Alan Livan Araujo, Ana Maria Haddad Baptista, Bárbara Kanashiro, Caio Franzolin, Carminda Mendes André & outros

Páginas280
Editora BT Acadêmica
Ano 2018
Edição 1
ISBN-13 9788594850621

Sinopse

<p>esta obra propõe que experimentações de formas cênicas contemporâneas em contextos educativos busquem manter vivas as forças dos saberes e das práticas imanentes às experiências da cultura popular – forças vitais que são costumeiramente alijadas dos ditos processos educativos, ao serem dizimadas pelos imperativos da construção de um sujeito do conhecimento obediente aos ditames da razão cartesiana, ou ainda, instrumental. Nesse sentido, os pesquisadores que aqui figuram entendem ser necessária a composição de uma ecologia dos saberes no intento de tornar inoperante o desejo de manutenção do epistemicídio que não tem cessado de vencer. No limite, a publicação anuncia a possibilidade da pesquisa científica ser entendida também como via para a criação artística – um exercício que tem sido empreendido por boa parte das pesquisas do grupo PERFORMATIVIDADES E PEDAGOGIAS.<br></p>

Editora BT Acadêmica
Ano 2018
Edição 1
ISBN-13 9788594850621

Sinopse

<p>esta obra propõe que experimentações de formas cênicas contemporâneas em contextos educativos busquem manter vivas as forças dos saberes e das práticas imanentes às experiências da cultura popular – forças vitais que são costumeiramente alijadas dos ditos processos educativos, ao serem dizimadas pelos imperativos da construção de um sujeito do conhecimento obediente aos ditames da razão cartesiana, ou ainda, instrumental. Nesse sentido, os pesquisadores que aqui figuram entendem ser necessária a composição de uma ecologia dos saberes no intento de tornar inoperante o desejo de manutenção do epistemicídio que não tem cessado de vencer. No limite, a publicação anuncia a possibilidade da pesquisa científica ser entendida também como via para a criação artística – um exercício que tem sido empreendido por boa parte das pesquisas do grupo PERFORMATIVIDADES E PEDAGOGIAS.<br></p>