Capa de Rabo de Foguete os anos de exílio por Ferreira Gullar
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Rabo de Foguete os anos de exílio

por Ferreira Gullar

Páginas284
Editora Verbo
Ano 2010
ISBN-13 9789722230087

Sinopse

Ferreira Gullar é o pseudónimo de José Ribamar Ferreira, nascido em São Luís, no Brasil, em 1930. Poeta, prosador, crítico de arte, ensaísta, guionista de muitos dos maiores sucessos das novelas da Globo, foi nomeado para o Prémio Nobel, vencedor do Prémio Jabuti de Poesia em 2000 (com Muitas Vozes) e de Ficção em 2007 (com Resmungos), e foi em 2010 agraciado com o Prémio Camões, a mais importante distinção dada a um escritor de língua portuguesa. Rabo de Foguete representa a sua incursão nos domínios da autobiografia, deixando como legado as memórias de um exílio forçado pela ditadura militar brasileira, primeiro em Santigo do Chile e depois em Buenos Aires, cidade onde viria a escrever o seu mais importante livro de poemas Poema Sujo. Um livro essencial para se compreender a solidão povoada de que nos falava Jorge de Sena e a maneira como, como na expressão idiomática Rabo de Foguete, nos vemos por vezes em situações tão perdidas como abraçados a um foguete na imensidão do céu.

Editora Verbo
Ano 2010
ISBN-13 9789722230087

Sinopse

Ferreira Gullar é o pseudónimo de José Ribamar Ferreira, nascido em São Luís, no Brasil, em 1930. Poeta, prosador, crítico de arte, ensaísta, guionista de muitos dos maiores sucessos das novelas da Globo, foi nomeado para o Prémio Nobel, vencedor do Prémio Jabuti de Poesia em 2000 (com Muitas Vozes) e de Ficção em 2007 (com Resmungos), e foi em 2010 agraciado com o Prémio Camões, a mais importante distinção dada a um escritor de língua portuguesa. Rabo de Foguete representa a sua incursão nos domínios da autobiografia, deixando como legado as memórias de um exílio forçado pela ditadura militar brasileira, primeiro em Santigo do Chile e depois em Buenos Aires, cidade onde viria a escrever o seu mais importante livro de poemas Poema Sujo. Um livro essencial para se compreender a solidão povoada de que nos falava Jorge de Sena e a maneira como, como na expressão idiomática Rabo de Foguete, nos vemos por vezes em situações tão perdidas como abraçados a um foguete na imensidão do céu.