Capa de Contos Musicais por Wilhelm Heinrich Wackenroder, Heinrich von Kleist, E. T. A. Hoffmann
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Contos Musicais

por E. T. A. Hoffmann, Heinrich von Kleist, Wilhelm Heinrich Wackenroder

Editora Antígona
Ano 2016
ISBN-13 9789726082903

Sinopse

Contos Musicais reúne cinco textos literários de figuras cimeiras do romantismo alemão, unidos pelo poder - redentor e demoníaco - da música, arte suprema do inefável e do metafísico. Nesta colectânea de temática musical, Wackenroder, Kleist e Hoffmann cruzam universos, estilos e afinidades: do esboço biográfico e ficcional de um músico atormentado (A estranha vida musical do compositor Joseph Berglinger, 1796) à alegoria em torno da magia atribuída à música desde a aurora dos tempos (no poético Um maravilhoso conto oriental de um santo nu, 1799) e à metáfora do poder da arte sobre a barbárie em A Santa Cecília ou a força da Música (1810). Hoffmann encerra este fértil diálogo entre artes com Cavaleiro Gluck (1809), a história fantástica de um excêntrico e carismático compositor na Berlim de 1800, e o O Barão de B. (1819), uma sátira mordaz a intemporais pretensiosos musicófilos. Páginas que nos relembram que a música sempre fascinou a literatura e continuará a intrigar a posteridade, quer como via para o onírico e o impalpável, quer, à margem das leis da racionalidade, como périplo pela alienação e pela loucura.

Editora Antígona
Ano 2016
ISBN-13 9789726082903

Sinopse

Contos Musicais reúne cinco textos literários de figuras cimeiras do romantismo alemão, unidos pelo poder - redentor e demoníaco - da música, arte suprema do inefável e do metafísico. Nesta colectânea de temática musical, Wackenroder, Kleist e Hoffmann cruzam universos, estilos e afinidades: do esboço biográfico e ficcional de um músico atormentado (A estranha vida musical do compositor Joseph Berglinger, 1796) à alegoria em torno da magia atribuída à música desde a aurora dos tempos (no poético Um maravilhoso conto oriental de um santo nu, 1799) e à metáfora do poder da arte sobre a barbárie em A Santa Cecília ou a força da Música (1810). Hoffmann encerra este fértil diálogo entre artes com Cavaleiro Gluck (1809), a história fantástica de um excêntrico e carismático compositor na Berlim de 1800, e o O Barão de B. (1819), uma sátira mordaz a intemporais pretensiosos musicófilos. Páginas que nos relembram que a música sempre fascinou a literatura e continuará a intrigar a posteridade, quer como via para o onírico e o impalpável, quer, à margem das leis da racionalidade, como périplo pela alienação e pela loucura.