A Vertigem Horizontal
Sinopse
Convencido de que a Cidade do México talvez não seja o local mais aconselhável para viver, mas que é, ao mesmo tempo, tão intrincada quanto apaixonante, tornando-se quase impossível deixá-la, Juan Villoro compõe um enorme fresco do caos mítico e simultaneamente intimista da capital do seu país. Com um olhar sempre crítico, atento e pontualmente emotivo, convida a segui-lo nesta vertigem horizontal, do princípio ao fim, ou então, numa espécie de zapping, a escolher, como se de um deambulante ou de um viajante do metro se tratasse, as linhas de viagem que mais lhe interessam: do viver na cidade às personagens, dos sobressaltos às travessias e dos lugares às suas cerimónias. Considerada uma das grandes obras do autor, trata-se de uma panóplia de crónicas, ensaios e textos híbridos entre o literário e o jornalístico, com Chilangópolis - as suas gentes, os seus espaços, as suas problemáticas, a sua identidade histórico-cultural... - como protagonista. A originalidade da sua estrutura narrativa, numa espécie de mapa cartográfico, permite, à escolha do leitor, essa leitura ora desobrigada, ora corrida. As memórias e os aspetos autobiográficos mesclam-se com referências icónicas e documentadas, sob a perspetiva do autor, que, de forma singular e imersiva, dá a conhecer, enquanto testemunha privilegiada, a sua poliédrica e maravilhosa cidade.
Sinopse
Convencido de que a Cidade do México talvez não seja o local mais aconselhável para viver, mas que é, ao mesmo tempo, tão intrincada quanto apaixonante, tornando-se quase impossível deixá-la, Juan Villoro compõe um enorme fresco do caos mítico e simultaneamente intimista da capital do seu país. Com um olhar sempre crítico, atento e pontualmente emotivo, convida a segui-lo nesta vertigem horizontal, do princípio ao fim, ou então, numa espécie de zapping, a escolher, como se de um deambulante ou de um viajante do metro se tratasse, as linhas de viagem que mais lhe interessam: do viver na cidade às personagens, dos sobressaltos às travessias e dos lugares às suas cerimónias. Considerada uma das grandes obras do autor, trata-se de uma panóplia de crónicas, ensaios e textos híbridos entre o literário e o jornalístico, com Chilangópolis - as suas gentes, os seus espaços, as suas problemáticas, a sua identidade histórico-cultural... - como protagonista. A originalidade da sua estrutura narrativa, numa espécie de mapa cartográfico, permite, à escolha do leitor, essa leitura ora desobrigada, ora corrida. As memórias e os aspetos autobiográficos mesclam-se com referências icónicas e documentadas, sob a perspetiva do autor, que, de forma singular e imersiva, dá a conhecer, enquanto testemunha privilegiada, a sua poliédrica e maravilhosa cidade.