Capa de Mrs Dalloway por Virginia Woolf
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Mrs Dalloway

por Virginia Woolf

Páginas240
Editora Penguin-Companhia
Ano 2025
ISBN-13 9789895890132
ISBN-10 9789895890132

Sinopse

<p> <b>Fresco primoroso de um momento </b>— <b> um dia de junho de 1923 </b>— <b> e de um lugar </b>— <b> Londres </b>— <b>, <i>Mrs Dalloway</i>, o romance mais lido de Virginia Woolf, é também um retrato das mais abrangentes inquietações humanas.</b> </p> <p> <b>Com tradução e introdução de Frederico Pedreira.</b> </p> <p> <b>«É possível que o próprio mundo seja totalmente desprovido de significado.»</b> </p> <p>Numa tentativa débil de dar sentido a uma existência desapaixonada, Clarissa Dalloway insiste em comprar ela mesma as flores para a festa dessa noite, em sua casa. A sucessão de preparativos, porém, é invadida por pensamentos e impressões indesejados — não apenas da protagonista, mas daqueles com quem se cruza pelas ruas de Londres; não apenas desse dia de junho de 1923, mas de uma vida inteira, relembrada e, por fim, questionada.</p> <p>Com uma clareza absoluta sobre os absurdos que regiam o quotidiano de então — as convenções de classe, a inutilidade do conflito armado, a atitude da sociedade perante a «loucura» —, Virginia Woolf serve-se do fluxo de consciência, técnica narrativa de que foi pioneira, para expor o desabar de certezas e de alicerces que marcou o período pós-Primeira Guerra Mundial, neste que é um dos seus títulos mais lidos e uma obra maior do modernismo.</p> <p> <b>Os elogios da crítica:</b> </p> <p>«Woolf foi das primeiras escritoras a perceber que não há vidas insignificantes, apenas modos desadequados de as encarar.» <br> <b>Michael Cunningham, autor de </b> <i> <b>As Horas</b> </i> </p>

Editora Penguin-Companhia
Ano 2025
ISBN-13 9789895890132
ISBN-10 9789895890132

Sinopse

<p> <b>Fresco primoroso de um momento </b>— <b> um dia de junho de 1923 </b>— <b> e de um lugar </b>— <b> Londres </b>— <b>, <i>Mrs Dalloway</i>, o romance mais lido de Virginia Woolf, é também um retrato das mais abrangentes inquietações humanas.</b> </p> <p> <b>Com tradução e introdução de Frederico Pedreira.</b> </p> <p> <b>«É possível que o próprio mundo seja totalmente desprovido de significado.»</b> </p> <p>Numa tentativa débil de dar sentido a uma existência desapaixonada, Clarissa Dalloway insiste em comprar ela mesma as flores para a festa dessa noite, em sua casa. A sucessão de preparativos, porém, é invadida por pensamentos e impressões indesejados — não apenas da protagonista, mas daqueles com quem se cruza pelas ruas de Londres; não apenas desse dia de junho de 1923, mas de uma vida inteira, relembrada e, por fim, questionada.</p> <p>Com uma clareza absoluta sobre os absurdos que regiam o quotidiano de então — as convenções de classe, a inutilidade do conflito armado, a atitude da sociedade perante a «loucura» —, Virginia Woolf serve-se do fluxo de consciência, técnica narrativa de que foi pioneira, para expor o desabar de certezas e de alicerces que marcou o período pós-Primeira Guerra Mundial, neste que é um dos seus títulos mais lidos e uma obra maior do modernismo.</p> <p> <b>Os elogios da crítica:</b> </p> <p>«Woolf foi das primeiras escritoras a perceber que não há vidas insignificantes, apenas modos desadequados de as encarar.» <br> <b>Michael Cunningham, autor de </b> <i> <b>As Horas</b> </i> </p>