Capa de Mensagem por Fernando Pessoa
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Mensagem

por Fernando Pessoa

Páginas144
Editora Penguin-Companhia
Ano 2025
ISBN-13 9789895893676
ISBN-10 9789895893676

Sinopse

<p> <b>Composto por 44 poemas que, segundo o seu autor, são «realmente um só poema», </b> <i> <b>Mensagem </b> </i> <b>recupera os acontecimentos e símbolos épicos da história de Portugal para apontar um sentido mítico para o futuro da nação.</b> </p> <p> <b>«Deus ao mar o perigo e o abismo deu, </b> <br> <b>Mas nele é que espelhou o céu.»</b> </p> <p>Distinguido em 1934 com o prémio Antero de Quental na categoria «poema ou poesia solta», atribuído pelo Secretariado de Propaganda Nacional, <i>Mensagem</i>, único livro que Fernando Pessoa publicou em vida, é uma das obras mais enigmáticas da literatura portuguesa.</p> <p>Em 44 poemas dedicados à história de Portugal, Pessoa tece uma intertextualidade notável com o épico camoniano <i>Os Lusíadas</i> para criar um projeto modernista de refundação da história nacional. Mitificando acontecimentos e personagens, o autor inscreve o passado numa dimensão mística e radica o futuro numa glória a haver. Formalmente perfeito, <i>Mensagem</i> é, ainda hoje, lido com estranheza e assombro.</p>

Editora Penguin-Companhia
Ano 2025
ISBN-13 9789895893676
ISBN-10 9789895893676

Sinopse

<p> <b>Composto por 44 poemas que, segundo o seu autor, são «realmente um só poema», </b> <i> <b>Mensagem </b> </i> <b>recupera os acontecimentos e símbolos épicos da história de Portugal para apontar um sentido mítico para o futuro da nação.</b> </p> <p> <b>«Deus ao mar o perigo e o abismo deu, </b> <br> <b>Mas nele é que espelhou o céu.»</b> </p> <p>Distinguido em 1934 com o prémio Antero de Quental na categoria «poema ou poesia solta», atribuído pelo Secretariado de Propaganda Nacional, <i>Mensagem</i>, único livro que Fernando Pessoa publicou em vida, é uma das obras mais enigmáticas da literatura portuguesa.</p> <p>Em 44 poemas dedicados à história de Portugal, Pessoa tece uma intertextualidade notável com o épico camoniano <i>Os Lusíadas</i> para criar um projeto modernista de refundação da história nacional. Mitificando acontecimentos e personagens, o autor inscreve o passado numa dimensão mística e radica o futuro numa glória a haver. Formalmente perfeito, <i>Mensagem</i> é, ainda hoje, lido com estranheza e assombro.</p>