Capa de Agosto romance por Rubem Fonseca
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Agosto romance

por Rubem Fonseca

Páginas340
Editora LeYa
Ano 2016
ISBN-13 9789896604196

Sinopse

1 de agosto de 1954, Rio de Janeiro. Um empresário é assassinado, e na sede da Presidência federal planeia-se mais um crime. O atentado falhado contra o jornalista Carlos Lacerda e uma série de mortes violentas conduzirão ao suicídio de Getúlio Vargas, um dos grandes dramas da História do Brasil. Uma das mais notáveis narrativas de Rubem Fonseca, Agosto segue a investigação do comissário Alberto Mattos - individualista impenitente, com uma úlcera de estômago e amores desencontrados - e deixa no ar a questão de saber em que medida a história de uma pessoa e de um país se determinam mutuamente. «Mattos é o Brasil. O que quer ser, o que não desiste de ser, a despeito da descrença. É o motor do romance de Rubem Fonseca, com faro apurado para a História maiúscula e a petite histoire, que compreende o paleio caro das esferas do poder e não se intimida com a linguagem escarafunchada dos destituídos.» Anabela Mota Ribeiro, in Prefácio Agosto de Rubem Fonseca

Editora LeYa
Ano 2016
ISBN-13 9789896604196

Sinopse

1 de agosto de 1954, Rio de Janeiro. Um empresário é assassinado, e na sede da Presidência federal planeia-se mais um crime. O atentado falhado contra o jornalista Carlos Lacerda e uma série de mortes violentas conduzirão ao suicídio de Getúlio Vargas, um dos grandes dramas da História do Brasil. Uma das mais notáveis narrativas de Rubem Fonseca, Agosto segue a investigação do comissário Alberto Mattos - individualista impenitente, com uma úlcera de estômago e amores desencontrados - e deixa no ar a questão de saber em que medida a história de uma pessoa e de um país se determinam mutuamente. «Mattos é o Brasil. O que quer ser, o que não desiste de ser, a despeito da descrença. É o motor do romance de Rubem Fonseca, com faro apurado para a História maiúscula e a petite histoire, que compreende o paleio caro das esferas do poder e não se intimida com a linguagem escarafunchada dos destituídos.» Anabela Mota Ribeiro, in Prefácio Agosto de Rubem Fonseca