O banquete
Sinopse
Nova tradução, feita a partir do grego pela helenista Maria Mafalda Viana. Este clássico de Platão, composto por volta do ano 384 a.C., constitui-se como a primeira obra literário-filosófica de um conjunto onde se pensa e discute em torno da mesa - neste caso, um banquete citadino, entre amigos, organizado inicialmente para celebrar uma vitória de Ágaton, o anfitrião, nas festas Leneias. Sócrates, Xenofonte, Aristodemo, Erixímaco e outros conversam sobre assuntos corriqueiros, como as sandálias elegantes de Sócrates, mas também sobre poemas de Homero, a pólis e, sobretudo, o amor. Um amor enquanto forma de elevação da alma humana, nunca aqui desligado da homossexualidade, que singulariza este diálogo platónico em relação a todos os outros. Esta nova tradução devolve-lhe toda a sua força simbólica.
Sinopse
Nova tradução, feita a partir do grego pela helenista Maria Mafalda Viana. Este clássico de Platão, composto por volta do ano 384 a.C., constitui-se como a primeira obra literário-filosófica de um conjunto onde se pensa e discute em torno da mesa - neste caso, um banquete citadino, entre amigos, organizado inicialmente para celebrar uma vitória de Ágaton, o anfitrião, nas festas Leneias. Sócrates, Xenofonte, Aristodemo, Erixímaco e outros conversam sobre assuntos corriqueiros, como as sandálias elegantes de Sócrates, mas também sobre poemas de Homero, a pólis e, sobretudo, o amor. Um amor enquanto forma de elevação da alma humana, nunca aqui desligado da homossexualidade, que singulariza este diálogo platónico em relação a todos os outros. Esta nova tradução devolve-lhe toda a sua força simbólica.