Capa de Cidadania por Abel Suing, Alice Fatima Martins, Ana Cristina Consalter Amôr, Ana Isabel Córdova Torres, Andréia Schach Fey, Bryan Patricio Moreno-Gudiño, Caroline de Camargo Bufelli, Caroline Kraus Luvizotto, Cassiana Caglioni, Diana Caridad Ruiz-Onofre, Emma Torres-Romay, Ester Alkimim Zanco Rodella, Fabiana Piccinin, Gabriela Chaves de Oliveira, Jaqueline Frantz de Lara Gomes, Juarez Xavier, Karine Freitas Sousa, Katarini Miguel, Liliane de Lucena Ito, Luis Alberto Fernández Silva, Margarida Gandara Rauen, Maria Esperi
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Cidadania

por Abel Suing, Alice Fátima Martins, Ana Cristina Consalter Amôr, Ana Isabel Córdova Torres, Andréia Schach Fey & outros

Páginas695
Editora Ria Editorial
Ano 2020
ISBN-13 9789898971197

Sinopse

Compreender as mutações do ecossistema midiático tem sido uma prática na academia, especialmente no campo das ciências sociais aplicadas. As transformações têm sido constantemente observadas e podem ser vistas em publicações de diversas formas midiáticas. Entretanto, pela liquidez desse cenário, os estudos não se esgotam e tornam-se fundamentais para que a relação sociedade e meios exista de maneira harmônica e eficaz.<br><br>Mas essa preocupação não é algo de hoje. No início da década de 1970, na cidade de Nova Iorque, surgia pelas mãos de Neil Postman e Marshall McLuhan o programa de doutorado em Ecologia dos Meios, impulsionado pela preocupação em desenvolver as teorias relacionadas a essa corrente e, em seguida sustentar estudos futuros. No escopo, encontravam-se olhares direcionados à rádio, à fotografia, ao cinema, aos jornais, às revistas, aos livros, à televisão e a todos os ambientes e processos aos quais esses canais ou meios estavam relacionados. Processos que compunham uma galáxia composta por uma, ou algumas, aldeias globais. Uma aldeia onde o meio era a mensagem.<br><br>Porém, nos dias atuais, os estudos sobre ecologia dos meios tornam-se ainda mais relevantes. As estruturas comunicacionais são construídas a partir de novas tramas de atores midiáticos. A potencialização dos processos comunicacionais cresceu exponencialmente. O poder midiático, por sua vez, ganhou outro status. Com isso tudo, novas linguagens comunicacionais passaram a ser adotadas pela sociedade.

Editora Ria Editorial
Ano 2020
ISBN-13 9789898971197

Sinopse

Compreender as mutações do ecossistema midiático tem sido uma prática na academia, especialmente no campo das ciências sociais aplicadas. As transformações têm sido constantemente observadas e podem ser vistas em publicações de diversas formas midiáticas. Entretanto, pela liquidez desse cenário, os estudos não se esgotam e tornam-se fundamentais para que a relação sociedade e meios exista de maneira harmônica e eficaz.<br><br>Mas essa preocupação não é algo de hoje. No início da década de 1970, na cidade de Nova Iorque, surgia pelas mãos de Neil Postman e Marshall McLuhan o programa de doutorado em Ecologia dos Meios, impulsionado pela preocupação em desenvolver as teorias relacionadas a essa corrente e, em seguida sustentar estudos futuros. No escopo, encontravam-se olhares direcionados à rádio, à fotografia, ao cinema, aos jornais, às revistas, aos livros, à televisão e a todos os ambientes e processos aos quais esses canais ou meios estavam relacionados. Processos que compunham uma galáxia composta por uma, ou algumas, aldeias globais. Uma aldeia onde o meio era a mensagem.<br><br>Porém, nos dias atuais, os estudos sobre ecologia dos meios tornam-se ainda mais relevantes. As estruturas comunicacionais são construídas a partir de novas tramas de atores midiáticos. A potencialização dos processos comunicacionais cresceu exponencialmente. O poder midiático, por sua vez, ganhou outro status. Com isso tudo, novas linguagens comunicacionais passaram a ser adotadas pela sociedade.