Capa de Invisibilidade coletiva, contos por Carlos Machado
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Invisibilidade coletiva, contos

por Carlos Machado

Editora Editora Patuá
Ano 2022

Sinopse

CARLOS MACHADO Carlos Machado nasceu em Curitiba, em 1977. É escritor, músico e professor de literatura. Publicou os livros A voz do outro (contos 2004, ed. 7Letras), Nós da província: diálogo com o carbono (contos 2005, ed. 7Letras), Balada de uma retina sul-americana (novela 2006 e 2a ed. Revisitada 2021, ed. 7Letras), Poeira fria (novela 2012, ed. Arte & Letra), Passeios (contos 2016, ed. 7Letras), Esquina da minha rua (novela 2018, ed. 7Letras),  Era o vento (contos 2019, Ed. Patuá), Olhos de sal (Novela 2020, ed. 7letras), Por acaso memória (narrativa 2021, ed. Arte & Letra), Flor de alumínio (contos 2022, ed. Arte & Letra) e Imagem invertida (novela 2023, ed. Urutau). Participou das antologias 48 Contos Paranaenses, org. Luiz Ruffato e Mágica no Absurdo, org. Rogério Pereira. Foi finalista do “Off Flip” em 2019 e 2021, semifinalista no “IV Prêmio Guarulhos de Literatura” (2020), venceu o prêmio/edital “Outras Palavras” (2020) do Governo do Paraná, entre outros prêmios. Como músico, gravou os CDs autorais Tendéu (2008), Samba portátil (2010), Longe (2012), o DVD ao vivo (Teatro Guaíra) Longe e outras canções (2012), Los amores de paso (2013), Bárbara (2015) e DESencontro (2017), seu disco mais recente. www.carlosmachadooficial.com   ***   Texto de quarta capa do livro “Invisibilidade coletiva, contos de Carlos Machado:   A invisibilidade é uma das armas mais importantes que temos para a sobrevivência social. Porém, ela pode ser, por outro lado, bastante dolorosa e causar uma amargura infinita nas pessoas. Portanto, como aceitar a não-existência coletiva como parte da nossa vida?   Dentro desta perspectiva, os contos de “Invisibilidade coletiva”, de Carlos Machado, nos empurram para uma situação de incômodo diante de personagens por vezes amargurados e azedos, sarcásticos e irônicos, mas também sensíveis e carismáticos. O autor nos convida a não perder o fio da meada: “acompanhe o gato sorrateiramente jogando o novelo de lã que ele encontrou atrás do sofá para lá e para cá, tal quando uma joaninha é jogada de folha em folha pelo vento. O importante é tentar se equilibrar ao máximo nessa linha do começo ao fim, entende? E mesmo que quase caia, procure dar o passo para frente”.    …   A invisibilidade, tão bem construída por Carlos Machado em cada um dos contos – como se fossem as nossas sombras –, é a única coisa que nos torna iguais. (Jonatan Silva)

Editora Editora Patuá
Ano 2022

Sinopse

CARLOS MACHADO Carlos Machado nasceu em Curitiba, em 1977. É escritor, músico e professor de literatura. Publicou os livros A voz do outro (contos 2004, ed. 7Letras), Nós da província: diálogo com o carbono (contos 2005, ed. 7Letras), Balada de uma retina sul-americana (novela 2006 e 2a ed. Revisitada 2021, ed. 7Letras), Poeira fria (novela 2012, ed. Arte & Letra), Passeios (contos 2016, ed. 7Letras), Esquina da minha rua (novela 2018, ed. 7Letras),  Era o vento (contos 2019, Ed. Patuá), Olhos de sal (Novela 2020, ed. 7letras), Por acaso memória (narrativa 2021, ed. Arte & Letra), Flor de alumínio (contos 2022, ed. Arte & Letra) e Imagem invertida (novela 2023, ed. Urutau). Participou das antologias 48 Contos Paranaenses, org. Luiz Ruffato e Mágica no Absurdo, org. Rogério Pereira. Foi finalista do “Off Flip” em 2019 e 2021, semifinalista no “IV Prêmio Guarulhos de Literatura” (2020), venceu o prêmio/edital “Outras Palavras” (2020) do Governo do Paraná, entre outros prêmios. Como músico, gravou os CDs autorais Tendéu (2008), Samba portátil (2010), Longe (2012), o DVD ao vivo (Teatro Guaíra) Longe e outras canções (2012), Los amores de paso (2013), Bárbara (2015) e DESencontro (2017), seu disco mais recente. www.carlosmachadooficial.com   ***   Texto de quarta capa do livro “Invisibilidade coletiva, contos de Carlos Machado:   A invisibilidade é uma das armas mais importantes que temos para a sobrevivência social. Porém, ela pode ser, por outro lado, bastante dolorosa e causar uma amargura infinita nas pessoas. Portanto, como aceitar a não-existência coletiva como parte da nossa vida?   Dentro desta perspectiva, os contos de “Invisibilidade coletiva”, de Carlos Machado, nos empurram para uma situação de incômodo diante de personagens por vezes amargurados e azedos, sarcásticos e irônicos, mas também sensíveis e carismáticos. O autor nos convida a não perder o fio da meada: “acompanhe o gato sorrateiramente jogando o novelo de lã que ele encontrou atrás do sofá para lá e para cá, tal quando uma joaninha é jogada de folha em folha pelo vento. O importante é tentar se equilibrar ao máximo nessa linha do começo ao fim, entende? E mesmo que quase caia, procure dar o passo para frente”.    …   A invisibilidade, tão bem construída por Carlos Machado em cada um dos contos – como se fossem as nossas sombras –, é a única coisa que nos torna iguais. (Jonatan Silva)