Capa de Viagem ao México 3, poemas por Horacio Costa
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Viagem ao México 3, poemas

por Horácio Costa

Editora Editora Patuá
Ano 2022

Sinopse

HORÁCIO COSTA   Horácio Costa (José Horácio de Almeida Nascimento Costa, São Paulo, 1954). Formado em Arquitetura (FAU-USP, 1978), mudou-se para os EUA e lá fez o PhD em Letras (Yale, 1994, tese "José Saramago: o período formativo"). Foi professor titular da Universidad Nacional  Autónoma de México-UNAM até 2001, quando regressou ao Brasil e desde então dá aulas de literatura portuguesa na FFLCH-USP como professor livre-docente. Desde 28 poemas 6 contos (1981), publicou 13 livros de poesia no Brasil e dez em tradução de sua obra no exterior. Já foi finalista dos prêmios Portugal Telecom e Oceanos. Com Bernini ganhou o Jabuti de poesia em 2014. Organizou antologias de poesia brasileira ao inglês e espanhol. Traduzido a dez línguas, verteu ao português poetas como Octavio Paz, Elizabeth Bishop, José Gorostiza e César Vallejo. Foi presidente da ABEH-Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (2006-8) e editou Retratos do Brasil Homossexual (EDUSP/IMESP, 2010).   ***   Sinopse:     Texto de orelha do livro “Viagem ao México 3”, poemas de Horácio Costa   [...] Viagem ao México 3 deve ser lida simultaneamente como um todo (uma viagem distinta das demais) e uma parte (uma viagem que aglomera outra e muitas viagens na poesia do autor). O que seduz o leitor aberto à aventura de ler Horácio Costa (afinal, o <<leitor de bom senso>>, como ironicamente chamaria Eça de Queirós a esse tipo de leitor) é o facto de a sua poesia parecer um estranho gato invertido de quatro olhos, tantos são os eixos de leitura que derivam destas tensões entre o permitido e a sua transgressão, a ameaça do Chihuahua aos senhores da língua e uma revolução no Petit Trianon. No corpo físico ou social, na órbita dos planetas ou na sabedoria dos dervixes, <<há um extrato bem / católico e mesmo cristão: que nos / leve a torrente bem lavados pela / encosta do monte, Alpes ou vulcão: / que de água se trate ou lava / do momento>>. Fluência, tout court, nunca <<o mesmo>> no mesmo rio, mas <<o diferente>> e <<o diverso>>, organizados quase de forma mecânica ou animal como impulsos de júbilo: <<o júbilo do criado / do que houve / há / haverá transformado em luz>>. [...]   Maria Luísa Malato

Editora Editora Patuá
Ano 2022

Sinopse

HORÁCIO COSTA   Horácio Costa (José Horácio de Almeida Nascimento Costa, São Paulo, 1954). Formado em Arquitetura (FAU-USP, 1978), mudou-se para os EUA e lá fez o PhD em Letras (Yale, 1994, tese "José Saramago: o período formativo"). Foi professor titular da Universidad Nacional  Autónoma de México-UNAM até 2001, quando regressou ao Brasil e desde então dá aulas de literatura portuguesa na FFLCH-USP como professor livre-docente. Desde 28 poemas 6 contos (1981), publicou 13 livros de poesia no Brasil e dez em tradução de sua obra no exterior. Já foi finalista dos prêmios Portugal Telecom e Oceanos. Com Bernini ganhou o Jabuti de poesia em 2014. Organizou antologias de poesia brasileira ao inglês e espanhol. Traduzido a dez línguas, verteu ao português poetas como Octavio Paz, Elizabeth Bishop, José Gorostiza e César Vallejo. Foi presidente da ABEH-Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (2006-8) e editou Retratos do Brasil Homossexual (EDUSP/IMESP, 2010).   ***   Sinopse:     Texto de orelha do livro “Viagem ao México 3”, poemas de Horácio Costa   [...] Viagem ao México 3 deve ser lida simultaneamente como um todo (uma viagem distinta das demais) e uma parte (uma viagem que aglomera outra e muitas viagens na poesia do autor). O que seduz o leitor aberto à aventura de ler Horácio Costa (afinal, o <<leitor de bom senso>>, como ironicamente chamaria Eça de Queirós a esse tipo de leitor) é o facto de a sua poesia parecer um estranho gato invertido de quatro olhos, tantos são os eixos de leitura que derivam destas tensões entre o permitido e a sua transgressão, a ameaça do Chihuahua aos senhores da língua e uma revolução no Petit Trianon. No corpo físico ou social, na órbita dos planetas ou na sabedoria dos dervixes, <<há um extrato bem / católico e mesmo cristão: que nos / leve a torrente bem lavados pela / encosta do monte, Alpes ou vulcão: / que de água se trate ou lava / do momento>>. Fluência, tout court, nunca <<o mesmo>> no mesmo rio, mas <<o diferente>> e <<o diverso>>, organizados quase de forma mecânica ou animal como impulsos de júbilo: <<o júbilo do criado / do que houve / há / haverá transformado em luz>>. [...]   Maria Luísa Malato