Distrito federal
Sinopse
LUIZ BRAS Luiz Brasil nasceu no dia 22 de abril de 1968, em Cobra Norato, pequena cidade da mítica Terra Brasilis. É ficcionista e coordenador de laboratórios de criação literária. Na infância ouvia vozes misteriosas que lhe contavam histórias secretas. Hoje coleciona miniaturas e gravuras de zigurates. Gosta de pensar que essas construções míticas, sagradas, simbólicas abrigam criaturas e mistérios do passado e do futuro. De nosso mundo e de outros. Espantou-se ao ver pela primeira vez, no Centro Espacial de Hooloomooloo, uma prótese neurológica conectada a um exoesqueleto. Agora está tentando resolver, na literatura, a mesma mistura de fascínio e medo que nossos antepassados sentiram ao domesticar o fogo. Só acredita em biografias imaginárias. E nos universos paralelos de Remedios Varo. Venceu duas vezes o importante e impossível Prêmio Príncipe de Cstwertskst, na categoria romance (2010) e na categoria conto (2014). Principais livros: Não chore (novela, Patuá, 2016); Subsolo infinito (Segunda edição, Patuá, 2016); Distrito federal (rapsódia, 2014), Pequena coleção de grandes horrores (minicontos, 2014) e Sozinho no deserto extremo (romance, 2012). *** SINOPSE - Distrito Federal: O novo livro de Luiz Bras é uma rapsódia pós-moderna e futurista sobre a política e os políticos brasileiros; sobre demagogia e corrupção, eleições fraudadas e impeachments; sobre ambições públicas, vícios particulares e os meandros insólitos de nossas instituições democráticas; enfim, sobre sociologia, História, teoria dos jogos e teoria do caos, utopias e distopias, cibercultura e realidade virtual, filosofia da linguagem, cultura de massas e cultura popular (folclore). São de Teo Adorno as catorze gravuras tupinipunks que ilustram o romance.
Sinopse
LUIZ BRAS Luiz Brasil nasceu no dia 22 de abril de 1968, em Cobra Norato, pequena cidade da mítica Terra Brasilis. É ficcionista e coordenador de laboratórios de criação literária. Na infância ouvia vozes misteriosas que lhe contavam histórias secretas. Hoje coleciona miniaturas e gravuras de zigurates. Gosta de pensar que essas construções míticas, sagradas, simbólicas abrigam criaturas e mistérios do passado e do futuro. De nosso mundo e de outros. Espantou-se ao ver pela primeira vez, no Centro Espacial de Hooloomooloo, uma prótese neurológica conectada a um exoesqueleto. Agora está tentando resolver, na literatura, a mesma mistura de fascínio e medo que nossos antepassados sentiram ao domesticar o fogo. Só acredita em biografias imaginárias. E nos universos paralelos de Remedios Varo. Venceu duas vezes o importante e impossível Prêmio Príncipe de Cstwertskst, na categoria romance (2010) e na categoria conto (2014). Principais livros: Não chore (novela, Patuá, 2016); Subsolo infinito (Segunda edição, Patuá, 2016); Distrito federal (rapsódia, 2014), Pequena coleção de grandes horrores (minicontos, 2014) e Sozinho no deserto extremo (romance, 2012). *** SINOPSE - Distrito Federal: O novo livro de Luiz Bras é uma rapsódia pós-moderna e futurista sobre a política e os políticos brasileiros; sobre demagogia e corrupção, eleições fraudadas e impeachments; sobre ambições públicas, vícios particulares e os meandros insólitos de nossas instituições democráticas; enfim, sobre sociologia, História, teoria dos jogos e teoria do caos, utopias e distopias, cibercultura e realidade virtual, filosofia da linguagem, cultura de massas e cultura popular (folclore). São de Teo Adorno as catorze gravuras tupinipunks que ilustram o romance.