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Distrito federal

por Luiz Bras

Editora Editora Patuá
Ano 2022

Sinopse

LUIZ BRAS   Luiz Brasil nasceu no dia 22 de abril de 1968, em Cobra Norato, pequena cidade da mítica Terra Brasilis. É ficcionista e coordenador de laboratórios de criação literária. Na infância ouvia vozes misteriosas que lhe contavam histórias secretas. Hoje coleciona miniaturas e gravuras de zigurates. Gosta de pensar que essas construções míticas, sagradas, simbólicas abrigam criaturas e mistérios do passado e do futuro. De nosso mundo e de outros. Espantou-se ao ver pela primeira vez, no Centro Espacial de Hooloomooloo, uma prótese neurológica conectada a um exoesqueleto. Agora está tentando resolver, na literatura, a mesma mistura de fascínio e medo que nossos antepassados sentiram ao domesticar o fogo. Só acredita em biografias imaginárias. E nos universos paralelos de Remedios Varo. Venceu duas vezes o importante e impossível Prêmio Príncipe de Cstwertskst, na categoria romance (2010) e na categoria conto (2014). Principais livros: Não chore (novela, Patuá, 2016); Subsolo infinito (Segunda edição, Patuá, 2016); Distrito federal (rapsódia, 2014), Pequena coleção de grandes horrores (minicontos, 2014) e Sozinho no deserto extremo (romance, 2012).   ***     SINOPSE - Distrito Federal:   O novo livro de Luiz Bras é uma rapsódia pós-moderna e futurista sobre a política e os políticos brasileiros; sobre demagogia e corrupção, eleições fraudadas e impeachments; sobre ambições públicas, vícios particulares e os meandros insólitos de nossas instituições democráticas; enfim, sobre sociologia, História, teoria dos jogos e teoria do caos, utopias e distopias, cibercultura e realidade virtual, filosofia da linguagem, cultura de massas e cultura popular (folclore). São de Teo Adorno as catorze gravuras tupinipunks que ilustram o romance.

Editora Editora Patuá
Ano 2022

Sinopse

LUIZ BRAS   Luiz Brasil nasceu no dia 22 de abril de 1968, em Cobra Norato, pequena cidade da mítica Terra Brasilis. É ficcionista e coordenador de laboratórios de criação literária. Na infância ouvia vozes misteriosas que lhe contavam histórias secretas. Hoje coleciona miniaturas e gravuras de zigurates. Gosta de pensar que essas construções míticas, sagradas, simbólicas abrigam criaturas e mistérios do passado e do futuro. De nosso mundo e de outros. Espantou-se ao ver pela primeira vez, no Centro Espacial de Hooloomooloo, uma prótese neurológica conectada a um exoesqueleto. Agora está tentando resolver, na literatura, a mesma mistura de fascínio e medo que nossos antepassados sentiram ao domesticar o fogo. Só acredita em biografias imaginárias. E nos universos paralelos de Remedios Varo. Venceu duas vezes o importante e impossível Prêmio Príncipe de Cstwertskst, na categoria romance (2010) e na categoria conto (2014). Principais livros: Não chore (novela, Patuá, 2016); Subsolo infinito (Segunda edição, Patuá, 2016); Distrito federal (rapsódia, 2014), Pequena coleção de grandes horrores (minicontos, 2014) e Sozinho no deserto extremo (romance, 2012).   ***     SINOPSE - Distrito Federal:   O novo livro de Luiz Bras é uma rapsódia pós-moderna e futurista sobre a política e os políticos brasileiros; sobre demagogia e corrupção, eleições fraudadas e impeachments; sobre ambições públicas, vícios particulares e os meandros insólitos de nossas instituições democráticas; enfim, sobre sociologia, História, teoria dos jogos e teoria do caos, utopias e distopias, cibercultura e realidade virtual, filosofia da linguagem, cultura de massas e cultura popular (folclore). São de Teo Adorno as catorze gravuras tupinipunks que ilustram o romance.