Capa de Estética da solidão por Ana Maria Haddad Baptista
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Estética da solidão

por Ana Maria Haddad Baptista

Editora Editora Patuá
Ano 2022

Sinopse

ANA MARIA HADDAD BAPTISTA   Ana Maria Haddad Baptista é mestra e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Pós-doutoramento em História da Ciência pela Universidade de Lisboa e PUC/SP onde se aposentou. Autora e organizadora de diversos livros. Pesquisadora e professora da Universidade Nove de Julho. Colunista mensal da Revista Filosofia, Editora Escala, São Paulo.   ***     Fenômeno multidimensional, a solidão é, em termos sociológicos, um subproduto da construção social do indivíduo, o avesso da solidão é tecido por laços sociais. É sempre uma “plural solidão”. Ao afirmar a individualidade, o ser humano afirma também a fragmentação do universo social e o isolamento do outro. Esse isolamento, porém, pode tornar-se insuportável e gerar a tentativa de ser superado por meio da relação interpessoal. A solidão flui entre duas margens: o isolamento e a relação. No âmbito psicológico, pode caracterizar-se pela ausência afetiva do outro, pela falta de comunicação. É uma reação emocional de insatisfação que decorre da falta de relacionamento com o outro. É também inerente à condição humana – uma solidão ontológica – que permite o encontro do sujeito consigo próprio, um mergulho no interior de si próprio. Solidão é, incontornavelmente, um recurso poderoso de criação estética.     Manuel Tavares

Editora Editora Patuá
Ano 2022

Sinopse

ANA MARIA HADDAD BAPTISTA   Ana Maria Haddad Baptista é mestra e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Pós-doutoramento em História da Ciência pela Universidade de Lisboa e PUC/SP onde se aposentou. Autora e organizadora de diversos livros. Pesquisadora e professora da Universidade Nove de Julho. Colunista mensal da Revista Filosofia, Editora Escala, São Paulo.   ***     Fenômeno multidimensional, a solidão é, em termos sociológicos, um subproduto da construção social do indivíduo, o avesso da solidão é tecido por laços sociais. É sempre uma “plural solidão”. Ao afirmar a individualidade, o ser humano afirma também a fragmentação do universo social e o isolamento do outro. Esse isolamento, porém, pode tornar-se insuportável e gerar a tentativa de ser superado por meio da relação interpessoal. A solidão flui entre duas margens: o isolamento e a relação. No âmbito psicológico, pode caracterizar-se pela ausência afetiva do outro, pela falta de comunicação. É uma reação emocional de insatisfação que decorre da falta de relacionamento com o outro. É também inerente à condição humana – uma solidão ontológica – que permite o encontro do sujeito consigo próprio, um mergulho no interior de si próprio. Solidão é, incontornavelmente, um recurso poderoso de criação estética.     Manuel Tavares