Cais da memória, poemas
Sinopse
CARLOS MACHADO Carlos Machado (Muritiba-BA, 1951) é jornalista e poeta. Publicou os livros Cicatrizes (Balaio, 2023); A mulher de Ló (Patuá, 2018); Tesoura cega (Dobra, 2015); Cada bicho com seu capricho (infantil, Movimenta, 2015); e Pássaro de vidro (Hedra, 2006). Edita na internet o site Alguma Poesia (www.algumapoesia.com.br) e o boletim quinzenal poesia.net. * “Uma palavra inábil põe/ a perder o discurso todo”. Assim é a poesia de Carlos Machado (...). De tão minuciosa, precisa e elaborada, dá ao leitor a impressão de que foi escrita espontânea e naturalmente, ao sabor da pena. Ledo engano. E o que dizem seus poemas? O que interrogam? “São palavras de carne, alma e desassossego/ lançadas a um deus sem olhos nem ouvidos.” Percebe-se neles uma inquietação permanente diante da existência, por assim dizer, sem metafísica. Neles, questões como a memória, o tempo, as relações humanas, a condição efêmera e precária da vida e da própria memória, a morte, a injustiça, o sonho se entrelaçam o tempo todo. Tudo pescado no mar da memória do próprio autor (...). Não à toa o livro se chama Cais da memória. “Cais”, espaço limítrofe entre o que fica e o que vai, entre o que chega e o que parte, entre o nativo e o estrangeiro, entre a raiz e o exílio, entre a terra firme e a aventura oceânica. “Memória”, espaço simbólico que une o sujeito lírico ao sujeito coletivo, a autobiografia (...) à História. Ruy Proença
Sinopse
CARLOS MACHADO Carlos Machado (Muritiba-BA, 1951) é jornalista e poeta. Publicou os livros Cicatrizes (Balaio, 2023); A mulher de Ló (Patuá, 2018); Tesoura cega (Dobra, 2015); Cada bicho com seu capricho (infantil, Movimenta, 2015); e Pássaro de vidro (Hedra, 2006). Edita na internet o site Alguma Poesia (www.algumapoesia.com.br) e o boletim quinzenal poesia.net. * “Uma palavra inábil põe/ a perder o discurso todo”. Assim é a poesia de Carlos Machado (...). De tão minuciosa, precisa e elaborada, dá ao leitor a impressão de que foi escrita espontânea e naturalmente, ao sabor da pena. Ledo engano. E o que dizem seus poemas? O que interrogam? “São palavras de carne, alma e desassossego/ lançadas a um deus sem olhos nem ouvidos.” Percebe-se neles uma inquietação permanente diante da existência, por assim dizer, sem metafísica. Neles, questões como a memória, o tempo, as relações humanas, a condição efêmera e precária da vida e da própria memória, a morte, a injustiça, o sonho se entrelaçam o tempo todo. Tudo pescado no mar da memória do próprio autor (...). Não à toa o livro se chama Cais da memória. “Cais”, espaço limítrofe entre o que fica e o que vai, entre o que chega e o que parte, entre o nativo e o estrangeiro, entre a raiz e o exílio, entre a terra firme e a aventura oceânica. “Memória”, espaço simbólico que une o sujeito lírico ao sujeito coletivo, a autobiografia (...) à História. Ruy Proença