[1762]BERNARDES, Manuel. Estimulo pratico para seguir o bem, e fugir o mal. Lisboa: Na Regia officina Sylviana, e da Academia Real, 1762.— perfil de Manuel Bernardes →
[1757]DE OLIVEIRA, Valerio Martins. Advertencias aos modernos, que aprendem o officio de pedreiro, e carpinteiro. Lisboa: Na Regia Officina Sylviana, e da Academia Real, 1757.
[1755]DE SOUSA, António Caetano. Memorias historicas, e genealogicas dos grandes de Portugal, que contém a origem, e antiguidade de suas familias. Lisboa: Na regia officina Sylviana, e da Academia real, 1755.— perfil de António Caetano de Sousa →
[1753]DE BARROS, João Borges. Relação panegyrica das honras funeraes, que às memorias do muito alto, e muito poderoso senhor rey fidelissimo D. Joaõ V. consagrou a cidade da Bahia, corte da America portugueza. Lisboa: Na Regia Officina Sylviana, e da Academia Real., 1753.
[1750]DA SILVA, Francisco Xavier. Elogio funebre, e historico do muito alto, poderoso, augusto, pio, e fidelissimo rey de Portugal, e senhor d. Joaõ V. em que se referem as acçoens da sua religiaõ, piedade, clemencia, justiça, liberalidade. Lisboa: Na Regia officina sylviana, e da Academia real, 1750.
[1749]DE SOUSA, Antonio Caetano. Indice geral dos appellidos, nomes proprios, e cousas notaveis, que se comprehendem nos treze tomos da Historia genealogica da casa real portugueza, e dos documentos comprehendidos nos seis volumes de Provas, com que se acha authorisada a mesma historia. Lisboa: Na regia officina Sylviana, e da Academia real, 1749.— perfil de António Caetano de Sousa →
[1746]FREIRE, Francisco José. Vieira defendido, dialogo apologetico. Lisboa: Na Regia officina Sylviana, e da Academia Real, 1746.— perfil de Francisco José Freire →
[1745]FREIRE, Francisco José. Elogio do M.R.P.M. Fr. Caetano de S. Joseph. Lisboa: Na Regia officina Sylviana, e da Academia Real, 1745.— perfil de Francisco José Freire →
[1744]FREIRE, Francisco José. Carta apologetica, em que se mostra, que naõ he author do livro, intitulado Arte de furtar o insigne P. Antonio Vieira, da Companhia de Jesus. Lisboa: na Regia Officina Sylviana, e da Academia Real., 1744.— perfil de Francisco José Freire →